Autor Tópico: Haru e Natsu – As cartas que não chegaram  (Lido 206 vezes)

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Desligado Supremoon

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Haru e Natsu – As cartas que não chegaram
« em: 01/03/2008, 23:48 »
Citação
Minissérie gravada em alta definição conta a história de duas irmãs separadas na infância. Saga é exemplo de drama real vivido por muitas famílias no inicio da imigração japonesa.

No ano do centenário da Imigração Japonesa a Band exibe Haru e Natsu – As cartas que não chegaram, uma superprodução da NHK, maior emissora de tv do Japão. A minissérie gravada em alta definição (HD) no Brasil e no Japão conta a história de duas irmãs separadas na infância por uma fatalidade: no porto de Kobe, no momento do embarque para o Brasil, um exame médico revela que Natsu está com tracoma ocular, o que a impede de viajar. Assim, a família Takakura, que foge da fome na província de Hokkaido, é obrigada a embarcar sem a filha caçula. Mesmo contrariada, Haru, a mais velha, segue com os pais rumo a um país desconhecido, e as duas irmãs se despedem às lágrimas, com a promessa de se reencontrarem. O ano é 1934 e marca o início de um drama que só teria um desfecho quase sete décadas depois.  

Grande parte das cenas gravadas no Brasil tiveram como cenário uma fazenda de Campinas, no interior do Estado. A minissérie mostra as dificuldades que os primeiros imigrantes japoneses enfrentaram ao desembarcar em terras brasileiras. Todos vinham movidos pelo sonho de ganhar dinheiro e voltar alguns anos mais tarde para a terra natal com boa situação financeira, já que as lavouras de café pereciam promissoras. Mas ao chegar ao Brasil, a realidade era completamente diferente. A colheita era escassa, as despesas maiores que a renda, as moradias precárias e havia o preconceito em razão das diferenças culturais. “A imigração japonesa produziu muitas histórias dramáticas e emocionantes como a retratada na minissérie. Haru e Natsu é especial porque pela primeira vez na tevê aberta o público poderá conhecer de perto a saga dessas famílias. Com a exibição dessa produção, a Band celebra a importante parceria  iniciada há cem anos entre os dois países”, afirma Elisabetta Zenatti, diretora de programação e artístico da Band.

Haru e Natsu reproduz o drama vivido por muitas famílias separadas pela imigração: Haru Takakura, a irmã mais velha, cumpre o destino de milhares de japoneses que vieram ao Brasil em busca de uma vida melhor. Trabalha em plantações de café e se habitua ao cotidiano das colônias. Mas apesar das privações no país distante de sua terra natal, se mantém rodeada pela família. Enquanto isso no Japão, a solitária Natsu enfrenta as privações da guerra, presencia a reconstrução de seu país e vive a fase de crescimento econômico, se transformando em empresária de sucesso. Houve um tentativa de contato. Por vários anos as irmãs escrevem cartas que nunca chegaram ao seu destino final, selando de vez a separação. Setenta anos depois, Haru finalmente consegue dinheiro para voltar ao Japão e tenta uma difícil reaproximação com sua irmã. O romance é de Sugako Hashida, 80 anos,  uma das mais renomadas roteiristas de teledramaturgia do Japão.

Haru e Natsu estréiou no dia 25 de fevereiro, às 22 horas na Band. A minissérie será exibida em oito capítulos.



Fonte



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Alguém assite ou já assistiu algum capitulo? O que acham/acharam?
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Supremoon »

Desligado Aslan

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« Resposta #1 em: 02/03/2008, 07:48 »
Eu assisti vagamente a um episódio, uma vez. A história parece ser linda. Aquela atriz que faz a japonesinha criança é ótima! Aliás, todos os atores são muito bons. A fotografia é perfeita e o enredo muitíssimo envolvente. Realmente uma super produção. É uma pena que eu não esteja em casa na hora em que é exibido. ;__;
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Aslan »
Aslan


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Desligado Rainha

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« Resposta #2 em: 08/03/2008, 22:08 »
Eu assisti alguns capítulos, o legal é que não é dublado.


Eu não sei o horário, sempre peguei no meio.
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Rainha »
Sinais do corpo eu sei ler nas nossas conversas demoradas. Mas há dias em que nada faz sentido e os sinais que me ligam ao mundo se desligam.

Pro Leandro, (L)