Em recente entrevista para o site da revista Capricho, Amy Lee contou o que pensa a respeito sobre o os "rótulos musicais", a influência de sua vida pessoal nos álbuns da banda além de citar a empolgação da banda para a turnê basileira etc. Confira abaixo:
Amy Lee está contente em vir para o Brasil
por Marina LeãoFeliz da vida com o sucesso do disco The Open Door, a vocalista do Evanescence, Amy Lee, se prepara para vir tocar no Brasil pela primeira vez.
O Evanescene fará quatro shows no país nos dias 17, 19, 21 e 22 de abril em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente."
Estamos muito contentes em visitar nossos fãs brasileiros. Queremos aproveitar bem a turnê. Só no final do ano vou poder relaxar e começar a escrever músicas novas", disse a cantora em entrevista exclusiva para a Capricho.
É difícil classificar seu estilo musical. Como você o descreveria?Amy Lee: Eu adoro saber que é difícil classificar minha música porque isso significa que, para ouvi-la, as pessoas têm que ter a mente aberta. Eu diria que ela é uma mistura de rock com música clássica. É a Bela encontrando a Fera.
O que você acha de cantoras que mostram o corpo para chamar atenção?Amy Lee: Eu acho isso um lixo. Algumas cantoras da indústria pop baseiam suas carreiras nisso. Elas não escrevem suas músicas. Limitam-se a cantar e serem bonitas. Eu não sou assim e hoje sou respeitada por isso.
E seu estilo de roupa, qual é?Amy Lee: Gosto de misturar o estilo vitoriano com o rock, e dou preferência a cores escuras. Meu visual combina com meu som, porque é, ao mesmo tempo, bonito e agressivo.
Como é ser a única mulher do grupo?Amy Lee: Para mim é super tranqüilo. Os integrantes da banda são como meus irmãos. Eles são ótimos e tomam conta de mim.
O seu cabelo é preto natural?Amy Lee: Não. Meu cabelo é um castanho avermelhado. O problema de pintar o cabelo de preto é que não dá para voltar atrás! (risos) Para mudar, eu teria que cortar todo meu cabelo, e isso eu não faço! Então, ainda vou ter cabelos pretos por um bom tempo.
Como é sua alimentação diária?Amy Lee: Não faço regime, mas sou saudável... quando quero! (risos) Não bebo muito refrigerante.
Como sua vida pessoal influenciou seus dois maiores trabalhos (Fallen e The Open Door)?Amy Lee: Eu escrevo sobre coisas reais da minha vida. Quando eu estava produzindo Fallen, eu era insegura, medrosa e me sentia presa em várias armadilhas. Eu não tinha controle sobre meus relacionamentos e sobre minha a carreira. Agora - que estou mais velha e aprendi a me levantar sozinha - as coisas têm sido muito melhores para mim. Por isso, The Open Door traz mais esperança, força, e poder, no sentido de você ser quem realmente é.
Entre os lançamentos dos discos Fallen e The Open Door, vocês passaram por grandes dificuldades (como a saída de Ben Moody, um dos fundadores da banda, e o derrame do guitarrista Terry Balsamo). Como você encarou tudo isso?Amy Lee: Os desafios que tivemos de enfrentar acabaram sendo bons para o Evanescence. Eu estava determinada a fazer tudo sair melhor que em Fallen. Muitos achavam que eu não conseguiria sem o Ben. Mas eu provei que estavam errados. Sou uma compositora de verdade, e não apenas o rostinho da banda.
Se as suas músicas são tão pessoais, por que você acha que fazem tanto sucesso?Amy Lee: Minhas músicas falam sobre emoções, e isso todos nós temos. Todo mundo passa por tragédias, fases difíceis na vida, desilusões amorosas... Por isso as pessoas se identificam com as letras.
Taí, bastante curiosidade para quem quer saber até se a Amy tem sujeira na unha do dedo da mão!
Créditos: Capricho e Amy Lee Brasil