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Não há nada de errado, simplesmente não tem nada a ver com o The Phantom Agony, cadê a banda neles? nem tem direito, fazer um show desse CD só com orquestra, ou se não, a coisa mais rídicula num show, playback, playback e mais playback.
Impossível não concordar que o Phantom realmente é um álbum
bem mais elaborado e incrementado do que o Consign, mas ainda assim gosto muito dos dois. Acho o Phantom muito enjoativo algumas vezes, as músicas são muito similares, o que não ocorre no CTO. O fato deles terem seguido para um outro rumo (mais orquestral e com vocais variados, não só líricos), deixou o álbum mais leve, dinâmico e até mais "alegre", digamos. A Simone continua cantando lindamente e mostrou-se uma ótima cantora em qualquer situação, não somente em líricos intermináveis. E se vocês repararem, o álbum tem toda uma estrutura formidável; uma organização ótima das faixas. Oscila entre o enérgico, pacífico e violento, em uma combinação ótima (reparem no ápice do álbum com
Force of The Shore). Se formos levar em consideração evolução profissional/musical, não só gosto, CTO ganha disparado {pelo menos na minha humilde opinião}.
Acho que essas mudanças são necessárias para uma banda, afinal de contas quem aguentaria ouvir mais um The Phantom Agony, com sua atmosfera pesada e seguindo um único estilo, durante um ano inteiro? Eu sei que eu não.. :]