Autor Tópico: Tristania  (Lido 1754 vezes)

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Desligado Roland

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« Resposta #45 em: 24/02/2008, 20:04 »
TRISTANIA VIRÁ AO BRASIL DIA 17/05 õ/ õ/

A primeira edição do "Maquinaria Rock Fest", evento que será realizado nos dias 17 e 18 de maio e que contará com bandas de Heavy Metal, Rock e Hardcore, promete abalar as estruturas do Espaço das Américas, em São Paulo (SP). "O conceito do festival é o de misturar bandas independentes que vem ganhando espaço e nome no mercado com bandas mais consagradas no \'mainstream\' internacional", conta Theo Van der Loo, da empresa BR Music.

Um dos dias do "Maquinaria Rock Fest" será uma edição especial do festival espanhol "Atarfe Vega Rock (AVR)", evento produzido pela empresa espanhola BR Music, que organiza festivais de Rock há mais de dez anos. "O \'AVR\' já teve nove edições, porém era dividido em dois, o \'Atarfe Vega Rock\' e o \'Piorno Rock\'. O conceito era o mesmo, mas como era realizado em cidade diferentes tinham outros nomes", destaca Mac, da BR Music. "A partir do ano que vem, o \'Atarfe Vega Rock (AVR)\' passará a se chamar \'Maquinaria Rock Fest\' e será realizado na Espanha e no Brasil. Além disso, nosso projeto é expandi-lo a outros países", explica Mac.

Entre as bandas já confirmadas para o evento estão: MISFITS, TRISTANIA, MUSCARIA (EQU) e as brasileiras SEPULTURA, RATOS DE PORÃO, THREAT e MASSACRATION. Mais detalhes e outros nomes a confirmar serão anunciados em breve!


Fonte

Mariangela Demurtas em entrevista à Hard Rock Maazine

Olá Mary!Como vai?
Oi, obrigada, está tudo bem.

Como vão as gravações do novo álbum?
Hmm...Nós ainda estamos trabalhando.Nós não começamos gravar ainda, mas o material que escrevemos está pronto.

Como vc se sente sendo parte de uma banda muito popular?
Estou no Tristania agora e isso é ótimo.

Como vc se tornou membro da banda?
Eu mandei uma demonstração e eles me convidaram para ir à Stavanger para apresentação.Eu fui lá e agora sou parte da banda.

Vc teve que se mudar para a Noruega?Foi uma decisão difícil?
Eu não precisei me mudar.Eu decidi isso, porque eu amo conhecer e encontrar novas culturas, aprender novas línguas.Eu amo novas experiências, então não foi uma decisão difícil e minha mudança será boa no novo álbum do Tristania.

Vc não é a nova cara da cena do metal, vc foi vocalista no Reel Fiction e Alight...
Estou satisfeita com minha compreensão nessas bandas.Ambos os casos eu decidi ir em frente!Estou certa de que eles podem existir sem mim.

Nos conte agora sobre seu começo cantando.Quem é sua inspiração?
Eu comecei cantar quando eu era uma criancinha.Eu sempre sonhei em ser uma rock star!
(risadas)Provavelmente eu estive no grupo de pessoas nascidas para música.Eu fui inspirada em artistas perdidos, mas eu acho que a mais importante inspiração foram minhas próprias experiências.

O que vc têm escutado esses dias em casa?
Oh, tudo!Isso depende do meu estado.Eu não sou apenas no pop, rap e música reggae, mas talvez eu vou amá-los no próximo verão! (risadas)

A ex-vocalista, Vibeke, tem o real grupo dos fãs.Vc tem medo da reação dos fãs dela?
(risadas) Vc acha que o próximo álbum será uma derrota, não?

(risadas)Não, por que vc acha isso?
(risadas)Vc sabe...Não estou interessada nisso.Eu vou fazer o meu melhor cantando no novo álbum e as pessoas vão ouvir a diferença entre nós, mas estou certa que o futuro do Tristania será melhor.(risadas)”
"Vc sabe que seu video no youtube.com foi assistido 40000 vezes em duas semanas?
É o melhor resultado que os outros videos que o Tristania teve.

Sério?Eu não sei.Eu não tenho tempo livre para assistir coisas como isto.Sou uma pessoa muito ocupada ultimamente, mas eu gosto disso.

Recentemente Megadeath gravou a nova versão de sua música “A Tout Le Monde” juntos com a vocalista do Lacuna Coil.Vc gostaria de gravar alguma música clássica com a lenda do rock ou do metal?

Eu gosto de trabalhar com vários artistas.É uma pergunta difícil, mas eu gostaria de tentar cantar “Back In Black” com AC/DC ou “Burn” com Deep Purple(risadas).Sim, eu já tinha pensado primeiro nesses artistas.

A cena do rock e do metal está dominada pelos rapazes.O que vc acha, por que poucas mulheres estão decididas cantar ou tocar músicas de metal?
Eu não sei.Para mim sexo não é significante e eu uso música como forma de criar minha liberdade.

Vc pode recomendar algumas garotas que tocam?
No ano passado eu vi a banda norueguesa, Animal Alpha.Eu acho quer a vocalista deles é uma das melhores que já escutei.Eu os vi no Wacken no ano passado.Eu fiquei chocada!

Obrigado pela entrevista, o que eu poderia te desejar no futuro?
Com certeza, o melhor tempo na Noruega."

Fonte

Apesar da tradução da Michiko ser bem marromenos, tá valendo. =D
« Última edição: 02/03/2008, 11:39 por Roland »
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« Resposta #46 em: 25/02/2008, 12:26 »
Esse festival vai dar merda! Os punks vão detonar o Tristania lá! o.õ

Além deles tocarem pouquíssimo.
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por hauntedboy »

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« Resposta #47 em: 03/03/2008, 14:14 »
Zenti, o primeiro show da Mary foi dia 29/02, na Rússia. Segue abaixo algumas fotos:

http://img156.imageshack.us/img156/9360/trisshowmr2.jpg
http://img225.imageshack.us/img225/2817 ... opwlt8.jpg

E música no vocêtubo que é bom nada ¬¬"

Russos idiotas u.u
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Roland »
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« Resposta #48 em: 04/03/2008, 15:20 »
Citação de: \"Roland\"
TRISTANIA VIRÁ AO BRASIL DIA 17/05 õ/ õ/


¬¬

Mais um show que eu vou perder.



Eu achei alguns Reviews, caso alguém se interesse:

Citação de: \"Ricardo Seelig\"
Illumination”, novo disco da banda, e também o último a contar com a vocalista Vibeke Stene (que logo após o lançamento anunciou a sua saída), segue por esse caminho. Muito bem produzido, muito bem executado, traz onze faixas que não devem agradar muito os antigos fãs do grupo. As composições não lembram em praticamente nada a sonoridade que destacou o Tristania na cena. O vocalista Osten Bergoy usa a sua voz de maneira limpa em quase todas as faixas, enquanto os vocais guturais, a cargo do convidado especial Vorph, aparecem de forma tímida. Vibeke surge quase sempre em linhas vocais doces e previsíveis, e não mais em intervenções que surprendiam o ouvinte. Há mais melodias em “Illumination” do que em qualquer outro disco do Tristania.

A banda acerta quando coloca o holofote principal sobre Osten, como em “Mercyside”, que abre o disco de forma magistral, com constantes mudanças de andamento, climas diferentes, uma performance vocal e uma interpretação primorosas de Osten, que passei com absoluta naturalidade pelas várias nuances de sua voz.

Já a faixa seguinte, “Sanguine Sky”, puxa o álbum para baixo, com um refrão praticamente pop e com Vibeke soando apenas burocrática. No outro oposto, a cansativa balada “Destination Departure” salva-se apenas pela ótima interpretação de Vibeke, principalmente no refrão.

O Tristania tenta criar canções climáticas, cheias de pretensas “nuances” e passagens atmosféricas, mas não consegue fugir do óbvio. Faixas como “Fate” e “Down” apresentam uma banda sonolenta e sem inspiração, dando voltas ao redor do próprio rabo. “Lotus” é outra que não empolga, e pior, consegue soar como uma cópia xerocada do Evanescence com passagens vocais masculinas.

Quando você pensa que tudo está perdido, o Tristania dos bons tempos dá sinal de vida na ótima “Sacrilege”. A sonoridade exuberante ressurge naquela que é a melhor faixa de “Illumination”. Alternando passagens mais calmas com outras mais agressivas, soa épica sem soar pretenciosa. “Sacrilege” mostra o Tristania trabalhando e soando como uma banda, e isso faz falta durante todo o disco.

Mas, como tudo que é bom dura pouco, o que vem a seguir, “Ab Initio”, é uma balada que se encaixaria melhor no repertório de Celine Dion do que no do grupo que levou o Gothic Metal vários degraus acima. Piegas ao extremo, comum, “mela-cueca” mesmo, de envergonhar até o fã mais xiita.

A longa e progressiva “Deadlands” encerra o álbum de forma satisfatória, com Vibeke em excelente forma, evoluindo sobre um arranjo que vai se desdobrando progressivamente, chegando a um resultado final que a destaca da grande maioria das canções de “Illumination”.

Ouvindo o álbum de cabo a rabo, não chega a surpreender a saída de Vibeke. Tanto ela quanto a banda soam sem inspiração em quase todas as faixas. O caminho que o Tristania vai seguir agora, a vida que a banda vai ter pós-Vibeke, ainda é uma incógnita. Eu, pessoalmente, gostaria que o grupo apostasse mais em composições que tragam o vocal de Osten em primeiro plano, mas qualquer tentativa de adivinhação soaria pretenciosa de minha parte.

Agora, é aguardar e ver se o Tristania conseguirá sobreviver no futuro, ou se esse foi o canto do cisne dos caras.

Nota: 5


Citação de: \"Ben Ami Scopinho\"
Com este novo registro o Tristania se mostra bem mais versátil e claramente segue em sua busca por um público mais amplo, trilhando caminhos tranqüilos e deixando muito de sua agressividade em segundo (ou terceiro?) plano. “Illumination” tem como foco as mais diversas atmosferas emotivas, com melodias fáceis e melancólicas, enquanto as vozes rosnadas e guitarras distorcidas aparecem de forma muito reduzida, o que será um inconveniente óbvio para os antigos fãs.

Com uma produção totalmente cristalina de Waldemar Sorychta (Lacuna Coil, Samael, Moonspell), o grande ponto alto aqui são as vocalizações. Agora sem a presença de Kjetil Ingebrethsen, os poucos versos com vozes guturais foram cantados pelo guitarrista Anders Hidle, mas o brilho fica mesmo para Vibeke e Østen, que têm um desempenho realmente elegante e a alternância entre suas aparições ocorre de forma natural e muito bonita, como fica claro em “The Ravens”, que conta ainda com a participação de Vorph, do Samael.

Com grande potencial para agradar, dá para citar a mais pesada “Mercyside” e a bombástica “Sacrilege”. O restante das músicas possui uniformidade, valendo mencionar aí momentos mais comerciais como “Open Ground” e a deprimida “Sanguine Sky”, onde Vibeke mostra o motivo de ser considerada uma das mais carismáticas cantoras do gênero.

A abordagem sonora não é o que tradicionalmente se poderia esperar do Tristania e terá grandes chances de afugentar de vez parte dos velhos fãs. Em compensação, “Illumination” possui alguns motivos convincentes para o grupo se dar bem aos olhos de quem curte música gótica e acessível, pois é coeso e com domínio em sua proposta.

... Mas novamente o futuro se torna nebuloso, pois não é mais nenhuma novidade que Vibeke Stene abandonou seu posto logo depois de liberado este disco, alegando as manjadas ‘razões pessoais’...

Nota: 7



Citação de: \"Rafael Carnovale\"
E o Tristania voltou... após um bem sucedido “World of Glass”, que rendeu inclusive uma turnê por terras brasileiras, a banda foi curtir merecidas férias... após ter mostrado que mesmo com a saída do vocalista e compositor Morten Veiland ainda havia vida útil nesse talentoso septeto norueguês. Agora a história se repete... a banda vem de novo ao Brasil e aproveita para lançar seu novo cd “Ashes”. Se seu antecessor foi um momento de adaptação a nova formação, como sairia o novo cd, com o “line-up” estabilizado e entrosado, principalmente no tocante a gravações?

“Ashes” não faz feio... mas poderia ser bem melhor. A banda optou por manter a linha gótica presente em seus cd’s e ampliar a expansão sonora mostrada em “World of Glass”. “Libre” é puro heavy metal a lá In Flames e Children of Bodom, com os vocais guturais de Kjetil Ingebrethsen nas passagens mais pesadas e os vocais suaves de Vibeke Stene e os limpos de Osten Bergoy nas passagens mais calmas. O mesmo se repete em “Equilibrium”, com a diferença da boa inclusão de elementos acústicos. Mas ao ouvir “The Wretched” (destaque para a bateria de Kenneth Olson e as guitarras de Anders Hidle numa levada quase a lá Dream Theater) e a suave “Circus”, percebe-se que a banda fugiu bastante do gótico/doom/black que estava presente em seus trabalhos, soando mais comercial... e bem mais acessível, mas não menos talentosa.

Faixas como “Shadowman” e “Endogenesis” ainda carregam elementos do antigo Tristania, mas a mudança de estilo, e a suavizada geral na pegada da banda ficam evidentes. Vibeke praticamente só entra em ação quando os arranjos dão uma acalmada e os teclados de Einar Moen trazem todo um clima atmosférico. Mas é nítido que em alguns momentos a banda abriu mão do gótico para entrar em climas bem mais heavy metal e até mesmo pop... passando por algumas passagens progressivas inimagináveis.

Um cd interessante para ser conferido... só que essa mistura não caiu bem. O Tristania é capaz de algo bem mais poderoso e habilidoso, dado o talento de seus integrantes. De qualquer modo, uma ponte está construída para um próximo disco matador. Encaro “Ashes” como uma transição para uma nova banda...... vai ser interessante vê-los ao vivo, com este material novo e diversificado constrastando com o peso e a pegada gótica de outrora.

Nota: 7


Citação de: \"Thiago Corrêa\"
O Tristania cresceu de uma maneira gradativa, bem homogênea, até o lançamento de “Beyond The Veil”. A partir desse disco, o sucesso, que sempre perseguiu o grupo, tornou-se uma realidade. Consequentemente, “World Of Glass” surgiu como um álbum de responsabilidades, ancorado na afirmação de “melhor banda de gótico do mundo” e em outros comentários nesse nível. Mesmo com a saída de Morten Veland e um certo peso nas costas, Vibeke Stene & cia souberam segurar a onda e não decepcionaram.

O terceiro trabalho dos noruegueses segue a mesma fórmula de sucesso de seus antecessores, porém com mais maturidade, experiência e capricho na produção, além de um amplo e consistente leque de opções para os arranjos.

Há um toque moderno acompanhando, na medida certa, as nove faixas presentes. Uma condução exemplar e extremamente profissional de Einar Moen, que fez emergir detalhes até então apagados, e ressaltou características já de destaque no conjunto.

Ronny Thorsen (Trail Of Tears) fez o que pôde em sua participação especial, e agradou. Ao mesmo tempo, não conseguiu apagar da memória dos fãs, as atuações de Morten Veland. Os vocais rasgados perderam um pouco de agressividade e técnica, concentrando-se a banda, a partir de então, na precisão e classe de Vibeke Stene e nas ótimas intervenções de Østen Bergøy e Jan Kenneth Barkved.

Mais uma vez, o Tristania lança um álbum sem conter nada de muito original. Todavia, o CD não se limita a uma cópia do que foi feito anteriormente, e mostra que o grupo é realmente diferenciado e está entre os melhores no que faz.

Nota: 8


Citação de: \"Ben Ami Scopinho\"
E finalmente aconteceu o que muitos previam: o Tristania tomou rumos bem diferentes do estilo musical que o consagrou como um dos maiores ícones do Gothic Metal mundial. Isso era óbvio, pois com a saída de Morten, um dos principais compositores que ajudou a definir o estilo que tornou a banda famosa, o Tristania acrescentou mais dois vocalistas à banda e gravou o ótimo “World Of Glass”, excursionou pelo mundo todo e tirou um bom período de descanso.

Agora, depois de quatro anos e tempo para se reciclarem, esses noruegueses vêm com seu novo registro “Ashes”. E como foi dito, mudaram bastante sua sonoridade, apresentando faixas mais variadas entre si, porém as novas composições soam em certos momentos relativamente estranhas, como se fosse uma nova banda de definindo musicalmente, procurando seu caminho.

O que antes era pesado, gótico e muito intenso, hoje está mais lento, climático e viajante, mesclado com poucas características do que conhecíamos como Tristania de poucos anos atrás. Com uma tendência bem mais gótica e de arranjos mais complexos, “Ashes” traz canções bem poéticas tocadas por músicos estupendos, os violinos ainda marcam sua presença, corais muito bem encaixados, a atuação de todos os vocalistas está excelente, mas como um todo o resultado ficou bem distante do padrão de qualidade de seus álbuns anteriores.

A faixa “Libre”, que abre o álbum, tem ainda aquela distorção característica, ótimos teclados e é cantada pelos três vocalistas, sendo o grande destaque do álbum juntamente com “Equilibrium”, que é mais acústica, cheia de variações, onde a voz de Vibeke brilha pela sua maciez. À partir daí temos uma sucessão de altos e baixos, com canções com várias mudanças de tempo, oscilando entre o peso e as baladas, porém em vários momentos infelizmente se torna cansativo.

“Ashes” é um álbum que dividirá muitas opiniões, pois é inegável que possui suas qualidades, e quem nunca escutou seus registros anteriores poderá vir a apreciar. Agora, quem acompanha o Tristania desde seu primeiro EP de 97 e conhece a música que fizeram num passado não tão distante, aí já é outra história, pois após a audição deste álbum poderá existir aquela sensação de vazio, de que falta algo...


Citação de: \"Andre Toral\"
Para Beyond the Veil, o norueguês Tristania manteve sua formação intacta e adicionou muito mais novidades do que no seu antecessor, ou seja, Window’s Weeds. Ainda soando doom, gótico e até mesmo black, a banda, digamos, trouxe mais melodia e produção aperfeiçoada. Continuam os maravilhosos coros espalhados por todo o álbum e feitos por Einar Moen (sintetizador e programador), exceto na música Aphelion, feito por Morten Veland (guitarra e vocal).

Os violinos tocados por Pete Johansen estão cada vez melhores e melódicos. E o que dizer de Vibeke Stene e seus vocais femininos? Nada, além de que estão perfeitos e mais ousados do que em Window’s Weeds, contribuindo para o clima deprê de Beyond The Veil.

Vale dizer que Morten incorporou mais agressividade à sua voz, bem como momentos mais calmos e melodiosos aonde baixa o tom do vocal. Uma grande novidade, é o fato de haver um sample retirado de um sinfonia de vozes. Outro destaque é a arte, com uma bela capa e livreto que acompanha o CD.

No campo musical, podemos ouvir um desfile de clássicos para os adoradores do estilo. “Beyond the Veil” traz maior lirismo na voz de Vibeke Stene quando, então, Morten impressiona por se assemelhar bastante aos vocais de Fábio Ribeiro (Moonspell), no momento mais calmo da música. “Aphelion” apresenta teclados sombrios, mesclados a belos coros, o que a transforma num dos clássicos da banda. “Lethean River” traz vários efeitos de vozes além de, mais uma vez, lembrar o Moonspell.

Outro clássico é “...of Ruins and a Red Nightfall”, destilando peso e melodia, misturados a diferentes estilos de vozes. “Heretique”, além de sua fúria brutal, possui uma bateria destruidora e vocais alternando entre urros, lirismo e, quem diria, tenor.

Especial para quem admira a música sombria e cheia de musicalidade, de uma banda como esta. Vale a pena.

Nota: 9


Citação de: \"Andre Toral\"
Norueguês como nunca, o Tristania traz toda uma atmosfera própria de seu país, no que diz respeito ao underground. Estamos tratando daquele que, possivelmente, seja o melhor álbum da banda. A verdade é que Window’s Weeds vem recheado de doom, gótico e até mesmo black metal; tudo num clima “deprê”.

No entanto, a grande verdade é que a banda tem forte musicalidade no estilo que faz, sabendo mesclar com inteligência ímpar elementos como violinos, coros e teclados. Os vocais femininos da maravilhosa Vibeke Stene são um primor, tanto por sua bela voz, quanto pelo posicionamento que assumem nos momentos mais próprios.

No que diz respeito à agressividade, Morten Veland (guitarrista e vocalista) assombra, pois sua voz urrada e rasgada transforma até as músicas mais serenas em verdadeiros petardos furiosos. A cozinha representada por Kenneth Olsson (bateria) e Rune Osterbus (baixo) também merece elogios, porque souberam captar e aplicar suas atuações no contexto sonoro.

Interessante notar como, para este álbum, existem alguns momentos que nos lembram o português Moonspell da fase Wolfheart, além dos vocais, em determinados momentos “mais calmos”.

Ao destacar os melhores momentos, temos várias músicas que podem ser mencionadas. “Evenfall” representa o que Window’s Weeds é, ou seja, pesada, seca e direta mas sem deixar de lado as características musicais próprias da banda como os vocais de Vibeke Stene perfeitamente encaixados. “Pale Enchantress” traz melodia aliada a teclados sinistros, enquanto “December Elegy” proporciona, após a linda introdução com vocais líricos, um som arrastado acompanhado com o vocal urrado de Morten Veland.

“Angellgore” desponta como o clássico do álbum e é interessante notar como a sua estrutura se assemelha bastante com o Moonspell dos bons tempos, principalmente quando a voz de Morten baixa o tom. Além disso, o álbum ainda vem acompanhado de outros atrativos como a inclusão de dois bonus tracks: “Sirene” e “...postludium”. Enfim, agradará em cheio aos fãs do estilo.

Nota: 9

« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Melia Kindler »


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« Resposta #49 em: 04/03/2008, 15:24 »
Enfim, vídeos com a Mary (links do vocêtubo):

Beyond The Veil: Gostei um pouquinho (detesto essa música -_-")Ela deu uns agudinhos bem bizarros nessa música, deu um clima bem diferente. E santo Deus, que presença de palco ela tem *-*

World of Glass: Adorei os gritos dela nessa música. Presença de palco, idem.

Angellore: Ficou FANTÁSTICO! Mary deu um show de versatilidade, dançou no palco, enfim, adorei. Detalhe pro cara que conseguiu subir no palco e quase agarrou ela no final =X

Mercyside: Ficou mediano. A presença de palco dela está um pouco apagada e os agudos bem irritantes. Só gostei do "time\'s" e "mind\'s".
 
Em suma: o Tristania foi MUITO feliz na escolha, ela ainda não mostrou a que veio, mas tem muito potencial.
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« Resposta #50 em: 04/03/2008, 15:27 »
Citação de: \"Roland\"
Em suma: o Tristania foi MUITO feliz na escolha, ela ainda não mostrou a que veio, mas tem muito potencial.



Muito feliz mesmo. É claro que a Vibeke é insubstituível, mas a Mary tá fazendo valer o cargo que lhe foi presenteado 9sim, é um presente mesmo!). Adorei os vídeos. Ficam lindos! *_______*
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Melia Kindler »


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« Resposta #51 em: 04/03/2008, 21:36 »
De acordo. Eu tô apaixonado por essa mulher, gente, é sério rs. Ela tem muito carisma, charme, sensualidade, consegue cantar lírico e popular, e otras cositas mas. Tudo que pedi pro Tristania. o/

Nem vou comparar com uma certa outra banda ae senão já viu... xD
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por hauntedboy »

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« Resposta #52 em: 05/03/2008, 19:17 »
Ela consegue cantar lírico ?!?!  OMG, ainda não ouvi naaada parecido com lírico vindo dela. u___u

De qualquer forma, a presença de palco dela é incrível.
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« Resposta #53 em: 05/03/2008, 23:19 »
Em Mercyside*, ela dá uma puxadinha sim, Perse. o.õ
« Última edição: 07/03/2008, 23:16 por hauntedboy »

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« Resposta #55 em: 11/03/2008, 16:06 »
Mais músicas na voz da Mary o/

Libre: A qualidade tá horrível, mas dá pra perceber que ficou fantástico! Mary cantou muito bem as partes da Vibeke, mas o Anders não chega aos pés do Kjetil T.T E eu não consigo dizer qual final acho o mais foda: o da Mary ou do Kjetil. o_O

Down: Qualidade horrível. Mas o pouco que peguei, detestei.
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« Resposta #56 em: 12/03/2008, 11:56 »
Nossa, vc não gostou de Down? Eu adorei, ficou hiper foda. =s

Libre pelo jeito também. o/

Mas esse festival aí desanima, viu. Preço alto, muitas bandas desconhecidas e de gêneros que não gosto, e muita chance de sair briga. Tô até vendo a Mary levando garrafada dos punks e tr00s. :(
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« Resposta #57 em: 21/03/2008, 20:35 »
Ah, isso é típico de brasileiro. Num festival norte-americano o Evanescence tocou entre os shows do Slayer e Iron Maiden e eles sequer foram vaiados. (Se bem que, se você ver os vídeos, vai reparar que ninguém tava prestando atenção, hahaha)

Mas eu acho que eles vão ter o bom-senso de separar. Em 2005, o Tristania veio pro Brasil junto com o Kreator e não rolou briga. O Sepultura já abriu shows pro Slipknot e também não rolou briga. Mas vai saber, né =X

Gente, que foto mais fofinha *-*



*De repente me deu uma vontade de ser papai XD
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Roland »
Me fez casa
Eu sou morada
Lugar de Deus
Que não está lá fora
Mas sim mora dentro de mim

Abri a porta e Ele entrou em casa.
Estou em obras.
Essa morada um dia será perfeição!

Desligado Roland

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« Resposta #58 em: 10/05/2008, 19:01 »
Svein Terje deixa a banda

Depois de um ano turbulento com bateristas machucados e saídas de cantoras pensávamos que nossos piores problemas pertenciam ao passado. É com pesar que anuncio que estávamos errados.

Terminando as preparações pro WGT e pra turnê na América Latina, soubemos que Svein Teje decidiu abandonar o navio. A hora não poderia ser pior, porque é muito tarde para substitui-lo pros próximos shows.

Não estou certo com relação aos motivos - espero pro bem dele que sejam válidos. Adoro o Svein Terje como um irmão, mas devo admitir que isso foi como uma apunhalada nas costas.

Entretanto, faremos a turnê com Anders como o único guitarrista, e com guitarras pré-gravadas para preencher o vazio em relação ao Sr. Solvang. Não é o ideal, mas faremos com que dê certo.

O resto da banda está ansiosa pra chegar aí e tocar nossas músicas pra vocês.

WGT é um festival que traz boas lembranças e o retorno ao Chile, Brasil e México é algo que esperamos por muito tempo. E finalmente vamos visitar a Argentina.

Falando pela banda gostaria de dizer que estamos prontos e ansiosos pra char aí!

Quando tivermos tempo, postaremos impressões e pensamentos sobre a turnê aqui e talvez algumas fotos também. Sintam-se livres para comentar e perguntar enqüanto isso.

Nosso vôo sai de Stavanger ás 6:00 da manhã na sexta-feira.


Créditos pro Hauntedboy.

Santo Deus, parece urucubaca -_________-"
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Roland »
Me fez casa
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Abri a porta e Ele entrou em casa.
Estou em obras.
Essa morada um dia será perfeição!

Desligado Melia Kindler

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« Resposta #59 em: 29/05/2008, 14:08 »
Tristania quer fotos da turnê pela América Latina

A TRISTANIA, que completou recentemente uma turnê sul americana, soltou a seguinte nota:

"Olá

Se alguém tiver qualquer foto ao vivo com ou do Tristania da recente turnê, por favor envie-as por e-mail para tristaniaspace@googlemail.com. Por favor, inclua o título como \'Tristania + Data + Local\' e também seu nome completo para que possamos lhe creditar as fotos. :)

Grato".


- Fonte -
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Melia Kindler »


Cenas [decadentes] Da Minha Memória
essa história termina onde começou...