Perse, vc fala de riffs e termos técnicos do NW... Mas pare pra pensar (É pra falar de termos técnicos, vamos falarde termos técnicos ò.ó):
Riffs bem trabalhados o NW nunca teve, mesmo com ou sem Tarja (o que não tem nada a ver com riff AUhUah..) Ainda assim eu amo o Nightwish por ele ser o que é XD Compare com os riffs do Angra, por exemplo ^~ Resumindo, o Empuu nunca foi excepcional... Guitarras Washburn e ESP E amplificadores Mesa/Boogie Dual Rectifier, afinação padrão com algumas em drop D e Pedal SanSamp, ou seja, setup tão simples quanto o meu lá de casa (Guitarra Fender Stratos, caixa amplificada, afinação padrão e pedais Zoom 505II, tão poderoso quanto ele, a diferença é que não tenho como fazer shows com uma amplificação tão simples XDDDD). Não é de se esperar também que o Dark Passion Play venha com riffs parecidos, por que em suma SEMPRE foram simples.
Falando em termos técnicos, realmente o Nightwish está praticamente a mesma coisa de sempre, a inovação é que as músicas são novas (Ou eram novas). Por isso o discutível (ou indiscutível, por que não são estilos iguais) é só a diferença entre as vocalistas, que é profundamente evidente, afinal de contas imagino que Tuommas realmente não queria outra Tarja na formação. Há males que vem para o bem.
O que acontece é que originalmente o Nightwish fundia o Metal tradicional com a voz da ópera, o que não vai dar certo com a voz da Annete, mas é isso mesmo, é melhor do que ter uma vocalista que não tá nem aí pra banda, ela se sente mais feliz agora que está só, cantando com participações de integrantes de outras bandas e o Nightwish está mais feliz sem ela. Fim de papo >.<’
Agora, vcs vão me dizer que não gostaram de “the poet and the pendulum”, “bye bye beautifull”, “Cadence of her last breath” “7 days to the wolves” (que foi de longe a música que mais gostei) e “Meadows of heaven” ? Peraí...... Se músicas como essas não forem a cara do Nightwish, não são mais nada.