Aliás, acho muito saudável que a pessoa goste, não importando de quantos gêneros, de músicas que a despertem momentos diferentes, sensações diferentes.
Também acho deveras saudável isso. ^^
No geral, poxa, tenho conhecido pessoas que devido a estarem inseridas na profissão de músico, e consequentemente fazendo faculdade/mestrado/blábláblá, se tornam um pouco "chatas" quanto a escutar alguma música que repida estrofes por 4 vezes, haha. =P E seilá, mesmo eu que também, pretendo conhecer melhor o lado técnico disso e já estou um
pouco por dentro neste assunto, não sei se conseguiria deixar de gostar de Dido, por exemplo (músicas "simples" no sentido técnico), por
n fatores - ou seja; as vezes uma pessoa que escuta o que lhe der na teia, tem mais identificação com o que coloca para ouvir do que quem quer analisar demais.
Creio que a música só influencia naquele momento que a pessoa meio que "abre a porta" pra música sair da esfera do entretenimento que ela se encontra e ser uma parte integrante da vida de uma pessoa. E, todos sabemos, sempre tem aquela música filhadamãe que arromba essa porta logo de uma vez.
É, em certo ponto, o que diz tem bastante coerência também.
Mas no final das contas, a maioria das pessoas ouve música por ouvir. Não tem a simbiose, não tem a comunicação da melodia e letra com o ouvinte. Simplesmente está lá tocando no rádio e, logo depois de desligar a pessoa cantarola um pouquinho da música e vai fazer algo da vida. E, com isso, encontrar alguém constantemente influenciado pela música (e vamos acrescentar aqui, sem praticar ou viver da mesma) é raro.
Sim-sim, por um lado é fato. Creio que influência a que me referi, é algo inconsciente e, como eu mesma disse no final do post de 2 anos atrás xD; nós influenciamos mais a música do que o contrário. ^^